luveredas











“A impressão que tenho ao ouvir os defensores do fim das ideologias na escola é que querem, na realidade, a formação de autômatos idiotizados, incapazes de questionar o que quer que seja. A ignorância é método eficientíssimo de controle. Olha a ideologia de novo aí: a alienação intelectual como forma de controlar corações e mentes. Por isso minha emoção em ver o comportamento espontâneo dos alunos, tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio, nas cerimônias de abertura e encerramento das olimpíadas escolares. Tive a certeza de que Miguel está no lugar certo.”

blog da Revista Espaço Acadêmico

MARCELO GRUMAN*

Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia/282192-11 Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia/282192-11

Nesta semana, a escola do Miguel realizou suas Olimpíadas. Na cerimônia de abertura, cada uma das quatro equipes, representadas pelas cores azul, verde, amarelo e vermelho, desfilou com seus “atletas” e porta-bandeiras, observados de perto por quatro jurados responsáveis pela avaliação do desempenho da evolução dos componentes tal qual uma escola de samba. A nota foi somada àquela obtida pelos “atletas” nas respectivas modalidades olímpicas, dentre as quais, o tradicionalíssimo “totó” (ou pebolim, para certas regiões mais provincianas do país), determinando a posição de cada uma das cores no panteão olímpico. Em meio à euforia do acendimento da pira e das palavras da representante do comitê olímpico escolar, os porta-bandeiras, estudantes do ensino médio, puxaram o coro de “Fora Temer” e “Golpistas, fascistas, não passarão”, acompanhados por muitos dos adultos que ali estavam para prestigiar os filhos. Um dos mini-atletas brandia um cartaz em que…

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Estilhaços poéticos de Emily Dickson.

Maravilhosa…

escamandro

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3 POEMAS DE EMILY DICKINSON

É sempre difícil escolher textos de Emily Dickinson, dentro de um universo de cerca de 1800 poemas. Os três aqui escolhidos apontam para três caminhos de leitura: o primeiro é quase uma carta a Sue Gilbert, amiga de juventude, com quem Emily teve uma relação afetiva intensa, e que acabou se tornando sua cunhada. O segundo, uma pequena joia, apresenta o embate tenso de Emily com a fé: para ela, acreditar em Deus significa poder dialogar com ele em língua de poesia. O terceiro mostra aquele equilíbrio perfeito entre imagem, ritmo e pensamento, que torna a sua poesia tão difícil de ser traduzida. Estas traduções (parte de um projeto em andamento, de traduzir da poesia completa e as cartas) seguem a edição crítica de R.W. Franklin e os manuscritos do Emily Dickinson Archive. O primeiro poema tem 4 versões diferentes. Escolhi a primeira, por ser…

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O Professor Carlos Monaco, do CCSL-ICMC, vem desenvolvendo um sistema baseado em software livre para o auxílio a pessoas com deficiência visual. Trata-se de um sistema de detecção de objetos que apresenta sinais sonoros para o usuário através de fones de ouvido; esses sinais lhe permitem identificar a posição no espaço desses objetos. O protótipo já está funcionando e o projeto conta com a participação de um usuário que colabora nos ajustes do sistema. O projeto foi objeto de matéria no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 15/07/2016

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O Professor Carlos Monaco, do CCSL-ICMC, vem desenvolvendo um sistema baseado em software livre para o auxílio a pessoas com deficiência visual. Trata-se de um sistema de detecção de objetos que apresenta sinais sonoros para o usuário através de fones de ouvido; esses sinais lhe permitem identificar a posição no espaço desses objetos. O protótipo já está funcionando e o projeto conta com a participação de um usuário que colabora nos ajustes do sistema. O projeto foi objeto de matéria no Diário Oficial do Estado de São Paulo em 15/07/2016

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Repetindo o grande Aristóteles, o mestre da ética ocidental:”Não refletimos para saber o que seja a ética, mas para tornarmo-nos pessoas éticas”.

Leonardo Boff

       O país, sob qualquer ângulo que o considerarmos, é contaminado por uma espantosa falta de ética. O bem é só bom quando é um bem para mim e para os outros; não é um valor buscado e vivido por si mesmo; mas o que predomina é a esperteza, o dar-se bem, o ser espertinho, o jeitinho e a lei de Gerson.

Os vários escândalos que se deram a conhecer, revelam um falta de consciência ética alarmante. Diria, sem exagero, que o corpo social brasileiro está de tal maneira putrefato que onde quer que aconteça algum pequeno arranhão já mostra sua purulência.

A falta de ética se revela nas mínimas coisas, desde as mentirinhas ditas em casa aos pais, a cola na escola ou nos concursos, o subordo de agentes da polícia rodoviária quando alguém é surpreendido numa infração de trânsito, desviar dinheiros públicos, beneficiar-se de cargos, enganar nos preços…

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Atenção, gestores.

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Coisas simples como um piso tátil, a poda de árvores que se projetam para as calçadas (o que gera um risco para a segurança de pedestres cegos), a falta de rampas e calçadas regulares para o tráfego de cadeirantes, idosos e muitos outros problemas de acessibilidade tornam nossas cidades um espaço excludente, cujas possibilidades de uso prejudicam em muito a mobilidade das pessoas. É necessário compreender quais são os principais problemas, mas também quais são as oportunidades de desenvolvimento tecnológico que nós – enquanto sociedade – devemos aproveitar independente do investimento público para que essa realidade se transforme.
Diante desse cenário, na próxima quarta-feira, 29 de junho, às 19h30, o site Diversidade na Rua, da Mercur realizará um Debate Aberto ao público com o pesquisador em pós-doutorado na UFRJ, Wallace Ugulino. Ele conduz pesquisas em computação móvel e wearable, com especialidade em tecnologia assistiva para idosos e indivíduos com deficiência…

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Todavia, face à brutalidade desta esfinge que paira sobre nossa sociedade vale reiterar a sinalização dada por Luiz Fernando Veríssimo: Na falta de um sentinela para nos alertar que os bárbaros estão tomando conta, resta confiar no nosso instinto.

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GAUDÊNCIO FRIGOTTO*

Fonte: http://www.brasil247.com/pt/247/brasilia247/235315/Escola-Sem-partido-quer-tomar-conta-da-Comiss%C3%A3o-de-Educa%C3%A7%C3%A3o.htm Fonte:  Brasília 247 

Ao cidadão atento e preocupado com a educação no Brasil, especialmente a básica, poderá perceber um processo de crescente desmanche do que a define pela Constituição Brasileira: um direto social e subjetivo.  Para metade da juventude brasileira, em plena segunda década do Século XXI, nega-se a etapa final da educação básica, o ensino médio e os que o alcançam o fazem em condições precárias. Mutila-se, assim, a perspectiva de futuro tanto da cidadania ativa quanto as possibilidades de integrarem-se ao mundo do trabalho de forma qualificada.

Tão preocupante ou mais, tem sido o processo de desqualificar a educação pública, único espaço que pode atender ao direito universal da educação básica, pois o mundo privado é o mundo do negócio. Esta desqualificação não foi inocente, pelo contrário, abriu o caminho para a gestão privada ou com critérios privados da escola pública mediante institutos privados…

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28 DE JUNHO DE 2016 POR PORTALASSISTIVAITSBRASIL
Curitiba lança jogo que permite vivenciar experiências de pessoas com deficiência
Nada como se colocar no lugar do outro para entender suas dificuldades e potencialidades. Esta é a ideia por trás do Alter, um jogo on-line lançado nesta terça-feira com o propósito de educar sobre a importância do respeito aos direitos das pessoas com deficiência e também permitir a elas o uso de uma ferramenta de entretenimento dotada de recursos de acessibilidade. O jogo é resultado de uma parceria entre o Conselho Municipal e a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba, e foi lançado numa cerimônia com a presença do prefeito Gustavo Fruet.
“Alter” é um prefixo de origem latina que significa “outro”. Assim, o nome do jogo resume seu objetivo: permitir uma experiência virtual semelhante à experimentada no dia a dia por pessoas com deficiência. Disponível na internet (http://bit.ly/AlterGame), o game atribui ao jogador uma deficiência diferente em cada fase. Para avançar, ele precisa vencer barreiras arquitetônicas, de comunicação e outras.

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Nada como se colocar no lugar do outro para entender suas dificuldades e potencialidades. Esta é a ideia por trás do Alter, um jogo on-line lançado nesta terça-feira com o propósito de educar sobre a importância do respeito aos direitos das pessoas com deficiência e também permitir a elas o uso de uma ferramenta de entretenimento dotada de recursos de acessibilidade. O jogo é resultado de uma parceria entre o Conselho Municipal e a Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência de Curitiba, e foi lançado numa cerimônia com a presença do prefeito Gustavo Fruet.
“Alter” é um prefixo de origem latina que significa “outro”. Assim, o nome do jogo resume seu objetivo: permitir uma experiência virtual semelhante à experimentada no dia a dia por pessoas com deficiência. Disponível na internet (http://bit.ly/AlterGame), o game atribui ao jogador uma deficiência diferente em cada fase. Para avançar, ele precisa vencer barreiras…

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Precisamos falar sobre exílio…

SENTENTIAE ANTIQUAE

I have re-posted from a few earlier selections in honor(?) of the US Supreme Court’s ruling today on immigration and the UK’s EU Referendum.

While looking up some random phrases about the healing power of literature, I found myself reading Plutarch this morning.  His words on citizenship and exile our powerful and pertinent in our transatlantic crisis of Politics (xenophobia and racism from the right) and Wars (the refugee crises and responses in Europe and Asia). Though his words are of course influenced by his experience of the Roman Empire, there is an essential humanity to them and a belief in common good and shared existence that is too often lost in modern discourse.

But don’t take my word for it, you can always read the whole essay.

Plutarch, De Exilio 600e7-601b5

“This is the character of your current exile from your customary country. For we have no country by…

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{junho 19, 2016}   Um salto rumo ao abismo

Vertiginosa queda. Prossigo caindo, caindo, sem vislumbrar o fundo. Com ela também foi assim. Demorará muito ainda este sonho? Já aumentei e diminuí de tamanho. Envelheci dez anos em poucos meses. Como estarei quando acordar?

[Floresta, BH, 18/06/2016]

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Foto: Jardim Botânico de Brasília, março de 2016.



Devaneios e Poesias

Fábulas são pequenas histórias dotadas de conteúdo moral. Não são (em sua grande maioria) privilegiadas pelo realismo. Geralmente acontecem “no tempo em que os animais falavam”, em lugares que “hoje já não mais existem”, em tempos que os historiadores jamais ousaram retratar. Neste contexto, Millôr Fernandes dá seu toque de humor às fábulas e às lições de moral, muitas vezes politicamente incorretas. 100 fábulas fabulosas é um livro para quem deseja distrair-se, rir e refletir sobre conceitos e valores de uma forma despojada e irreverente. É um livro para ler, reler, dar de presente; podem-se contar algumas de suas histórias aos amigos, como quase piadas morais, numa mesa de bar ou num almoço em família. Enfim, um livro que mais que um livro é um amigo.

Vou postar aqui algumas das que eu mais gostei, mas lembrem-se: Há 100 fábulas no livro, então, não deixem de ler a obra completa…

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et cetera