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{janeiro 29, 2013}   Pina…

A palavra se gasta. Só a dança basta. “Dancem, dancem”, diria Pina, “se não estarão perdidos”.

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{março 26, 2012}   Entre risos e lágrimas

Entre risos e lágrimas.



{fevereiro 7, 2012}   A música segundo Tom Jobim

O que importa é a linguagem musical.

Tom Jobim

Cada acorde uma lágrima. Música sob medida. O homem, o músico.

Difícil não se emocionar a cada sequência; as parcerias, os interprétes, as vozes inesquecíveis que universalizaram e imortalizaram a obra de um brasileiro genial. Ah, Jobim, se todos fossem no mundo iguais a você…

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O cineasta Nélson Pereira dos Santos acerta em cheio ao deixar a música falar. Elas são o que melhor traduzem a alma enamorada do maestro. Elas tocam fundo, reverberam, embevecem. É indescritível a emoção de ver, em registros de época, os tributos feitos a Antônio Carlos Jobim, póstumos ou quando este ainda nos alegrava com sua música tocada por ele mesmo…

Que nó na garganta vê-lo gravar “Águas de Março” com Elis, a Pimentinha, ou no III Festival Internacional da Canção, em 1968,  quando, com Chico Buarque, encantou uma multidão com “Sabiá”, interpretada pelas irmãs Cynara e Cybele. E ainda: sua declaração de saudade ao Poetinha, Vinícius de Moraes, em uma partitura…

Elis e Nara, Gal e Nana, Adriana Calcanhoto, Elizete Cardoso, Dolores Duran… E divas internacionais: Judy Garland, Ella Fitzgerald…


 

 

 

 

 

 

 

 

 

Vontade de ver de novo para ouvir. Tom sobre Tom. Bom e inesquecível Jobim…

Nélson Pereira dos Santos

A música segundo Tom Jobim Trailer [HD]



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via“A todo volume” (It Might Get Loud).



Jack White, The Edge, Jimmy Page

E a centelha se fez… música…

 Acordes de um virtuose. Precisão de um perfeccionista. Agressividade de um menino-blues.

Três músicos. Três gerações. Semelhanças e dessemelhanças. Todos movidos à inquietude, à insatisfação com o lugar-comum.

Tensão iminente. Feitos os cumprimentos, a conversa flui. Saltam as diferenças, até que um velho de cabelos brancos deixa dois guitarristas boquiabertos…Não é pra menos. O velho é Jimmy Page, para quem a composição musical (e não só esta) é uma centelha. Não dá para explicar.

A emoção é o motor desses músicos, aliada à técnica e à contínua necessidade de reinvenção. Não dá para fazer o mesmo. É preciso ousar, arriscar, experimentar. É preciso dividir com as pessoas. Há muita vida desperdiçada, diz the Edge.

Tudo depende do ponto de vista, da perspectiva. É possível ver fileiras de guitarras numa floresta, basta saber olhar do ângulo certo…

As notas ainda ressoam. A beleza da guitarra, tão sedutora, não sai da cabeça. Ainda pulsa forte o coração.

Em meio a evocações de experiências radicais, a motivação para seguir sonhando, sem descuidar do potencial criativo. Sempre.

Luciana Sousa



et cetera