luveredas











Demorou. mas chegou. Antes tarde do que nunca.

Portal Nacional de Tecnologia Assistiva

Surdos têm, agora, um novo canal de comunicação na Central de Atendimento dos Correios. A empresa disponibilizou um número telefônico exclusivo que vai atender chamadas feitas a partir de um Terminal Telefônico Para Surdos.
Esse aparelho tem um teclado que permite à pessoa com deficiência auditiva ou da fala digitar uma mensagem de texto para o destinatário e, assim, se comunicar com outras pessoas.
A intenção é permitir que surdos e mudos tenham acesso a informações sobre produtos e serviços e possam registrar manifestações. O novo canal funciona das 8 horas da manhã até às 8 da noite, de segunda a sexta-feira.
E aos sábados, das 8 às 2 horas da tarde. Não há atendimento aos domingos e feriados. Quem quiser usar o serviço, pode ligar no número 0800 725 0898.De acordo com o último censo do IBGE, há cerca de 10 milhões de deficientes auditivos no Brasil.

Fonte: Portal…

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Em momentos de obscuridade como os atuais precisamos de uma grelha teórica mínima que nos traga luz e alguma esperança. Para mim serve como orientação Arnold Toynbee, o ultimo historiador inglês a escrever dez volumes sobre a história das civilizações. Para explicar o nascimento, o desenvolvimento, a maturação e a decadência de uma civilização usa uma chave extremamente simples mas esclarecedora:”o desafio e a resposta”(challenge and response).

Diz Toynbee: sempre há crises fundamentais no interior das civilizações. São desafios que exigem uma resposta. Se o desafio for maior do que a capacidade de resposta, a civilização entra num processo de colapso. Se a resposta é excessiva face ao desafio, surge a arrogância e o uso abusivo do poder. O ideal é encontrar uma equação de equilíbrio entre o desafio e a resposta de forma que a sociedade mantenha a sua coesão, enfrente positivamente novos desafios e prospere.

Leonardo Boff

A plutocracia brasileira (os 71.440 mil milhardários segundo o IPEA) possui pouca fantasia. Usa os mesmos métodos, a mesma linguagem, o mesmo recurso farisaico do moralismo e do combate à corrupção para ocultar a própria corrupção e dar um golpe na democracia e assim salvaguardar seus privilégios. Sempre que emerge uma democracia com abertura ao social se enchem de medo. Organizam um conluio de forças que envolve setores da política, do judiciário, do MPF, da PF e principalmente da imprensa conservadora e até reacionária como é o caso do conglomerado de O Globo. Assim fizeram com Vargas, com Jango e agora com Lula-Dilma. A sessão de 04/08/ no Senado, mostrou a farsa montada pela oligarquia que usou os senadores como os soldados civis previamente bem instruídos, para aplicar um funesto golpe contra a razão sensata e contra democracia.

Numa entrevista à Folha de São Paulo (24/04/2016) escreveu acertamente Jessé Souza…

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“A impressão que tenho ao ouvir os defensores do fim das ideologias na escola é que querem, na realidade, a formação de autômatos idiotizados, incapazes de questionar o que quer que seja. A ignorância é método eficientíssimo de controle. Olha a ideologia de novo aí: a alienação intelectual como forma de controlar corações e mentes. Por isso minha emoção em ver o comportamento espontâneo dos alunos, tanto do ensino fundamental quanto do ensino médio, nas cerimônias de abertura e encerramento das olimpíadas escolares. Tive a certeza de que Miguel está no lugar certo.”

blog da Revista Espaço Acadêmico

MARCELO GRUMAN*

Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia/282192-11 Fonte: http://www.vermelho.org.br/noticia/282192-11

Nesta semana, a escola do Miguel realizou suas Olimpíadas. Na cerimônia de abertura, cada uma das quatro equipes, representadas pelas cores azul, verde, amarelo e vermelho, desfilou com seus “atletas” e porta-bandeiras, observados de perto por quatro jurados responsáveis pela avaliação do desempenho da evolução dos componentes tal qual uma escola de samba. A nota foi somada àquela obtida pelos “atletas” nas respectivas modalidades olímpicas, dentre as quais, o tradicionalíssimo “totó” (ou pebolim, para certas regiões mais provincianas do país), determinando a posição de cada uma das cores no panteão olímpico. Em meio à euforia do acendimento da pira e das palavras da representante do comitê olímpico escolar, os porta-bandeiras, estudantes do ensino médio, puxaram o coro de “Fora Temer” e “Golpistas, fascistas, não passarão”, acompanhados por muitos dos adultos que ali estavam para prestigiar os filhos. Um dos mini-atletas brandia um cartaz em que…

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et cetera