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Demografia Unicamp

por Comunicação Social/IBGE
25 de março de 2015

Mais da metade da população no Brasil (55,9%) residia, em 2010, em municípios que formavam os arranjos populacionais, ou seja, agrupamentos de dois ou mais municípios com forte integração populacional, devido aos movimentos pendulares para trabalho ou estudo, ou à contiguidade entre manchas urbanas. Isso representava 106,8 milhões de pessoas em 294 arranjos, formados por 938 municípios. Deslocavam-se, entre os municípios do próprio arranjo a que pertencem, 7,4 milhões de pessoas, por motivo de trabalho e/ou estudo. Levando-se em conta que 27 arranjos são fronteiriços, ou seja, formados também por unidades político-administrativas em outros países, o número de residentes totalizava 107,7 milhões.

É o que revela o estudo “Arranjos Populacionais e Concentrações Urbanas do Brasil”, que mostra, ainda, o Sudeste com o maior número de arranjos (112), que englobam 72,0% da população da região (57,8 milhões) e o Norte com o menor número…

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Portal Nacional de Tecnologia Assistiva

A israelense Liat Negrin entra no mercado, aponta o dedo para a prateleira e, com a ajuda de uma pequena câmera presa à armação dos seus óculos, identifica produtos e escuta a descrição de cada um até encontrar uma caixa de leite. Com os óculos, ela pode realizar sozinha tarefas simples como identificar o ônibus correto para ir ao trabalho ou ler um cardápio.

Realidade aumentada
Pesquisador de neurociência da Universidade de Oxford, Stephen Hicks tem uma proposta um pouco diferente: ajudar deficientes visuais com capacidade de percepção de luz a melhorarem sua orientação espacial. Usando visão computacional e componentes eletrônicos de smartphones como o giroscópio e o acelerômetro, ele criou um óculos que detecta formas tridimensionais e permite enxergar objetos próximos.
Duas câmeras na parte frontal da armação captam as imagens e as exibem em uma tela OLED transparente na parte interna, criando um sistema de realidade aumentada para…

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Portal Nacional de Tecnologia Assistiva

O presente foi feito em uma impressora 3D.

Robert Downey Jr, o ator que faz o Homem de Ferro nos cinemas, se juntou a um especialista em produzir membros biônicos para crianças, para dar um braço novo para um menino de 7 anos.

Alex nasceu com o braço direito parcialmente desenvolvido e o presente o ajudará a realizar tarefas que ele antes tinha dificuldade. O braço foi feito em uma impressora 3D e custou U$ 350 (cerca de R$ 1.090). Uma prótese tradicional pode custar cerca de U$ 40 mil (R$ 125 mil).

Para ajudar Alex, Downey Jr se juntou com Albert Manero, alundo de doutorado em engenharia mecânica na Faculdade Central da Florida. Ele produz e doa membros biônicos de baixo custo, feitos em impressora 3D, para crianças de todo mundo através do grupo de voluntários Limbitless Solutions.

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{março 22, 2015}   Silêncio

blog da Revista Espaço Acadêmico

alfredinhoPe. ALFREDO J. GONÇALVES, cs

À primeira vista, escrever sobre o Silêncio não deixa de parecer uma contradição. Mas logo nos damos conta que a contradição é apenas aparente, superficial. O silêncio, de fato, constitui a fonte primordial e mais cristalina da palavra: palavra viva, libertadora, criativa e autêntica. É somente no terreno fértil do silêncio que ela – a palavra – cria raízes, nasce, cresce, desenvolve-se e produz folhas, flores e frutos. Enquanto a multidão rumorosa ou o execesso de palavras tendem a distrair, dispersar e semear confusão, a escuta silenciosa é capaz de captar os “não ditos” ocultos nas experiências inéditas e irrepetíveis da pessoa humana. Dessa forma o silêncio, descendo às profundidades mais íntimas e recônditas das entranhas, torna-se fecundo. E assim, em lugar de palavras ocas e vazias ou de discursos inócuos, descobre a Palavra nova viva e ativa. Aquela que é capaz de um encontro…

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{março 19, 2015}   Um olhar sobre o novo envelhecer

Demografia Unicamp

Demógrafa analisa as características da transição à velhice no trabalho, na saúde e no âmbito doméstico

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A estimativa do IBGE para 2040 é de que aproximadamente 54 milhões de brasileiros (23% da população) estarão com 60 anos de idade ou mais. Se ainda prevalece a associação do idoso com a dependência, a fragilidade e a solidão – e a preocupação governamental com os custos aos sistemas de saúde e de seguridade social –, há a visão recente sobre a velhice como uma etapa de vida bem sucedida e saudável. A demógrafa Carolina Alondra Guidotti Gonzalez afirma, porém, que ambos os paradigmas tendem a homogeneizar a população idosa, num cenário em que as próprias características da velhice estão mudando.

“Envelhecimento demográfico e mudanças na transição à velhice entre brasileiros de distintas gerações” é a tese de doutorado desenvolvida por Carolina Guidotti, orientada pela professora Tirza Aidar, no âmbito do programa de…

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blog da Revista Espaço Acadêmico

WELLINGTON FONTES MENEZES*

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  1. A onda do momento o “protestismo golpista”

A nova moda alardeada pela Grande Mídia é o “protestismo” cujo mote é achincalhar o governo Dilma e o PT fazendo ventilar o engodo que o despejar de soluções mágicas reacionárias e golpistas resolveria qualquer crise a qualquer momento. A questão posta em pauta não é protestar (fato este legítimo dentro de qualquer estrutura social), mas é pertinente saber os motivos (com mínimo de senso de realidade) pelo qual se está se protestando sob o risco de ser mais um títere nas mãos de manipuladores de plantão! Todavia, o conhecimento mais pausando da realidade em tempos de muita conexão de (des)informação deslumbrada parece se tornar nula a construção sináptica reflexiva. Um velho filme acinzentado começa a se repetir, cujo enredo a história recente brasileira mostrou-se como termina de forma lastimável!

Imaginemos se, por hipótese, em pleno horário nobre…

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et cetera