luveredas











{janeiro 16, 2012}   Por que estamos aqui?

Era este o mote da fala de Eugênio Barba, dramaturgo italiano radicado na Romênia, em colóquio promovido pela Escola Pública de Teatro, Vila das Artes. Saí sem resposta. Áudio péssimo. Presença alheada. Empolgação nenhuma. Como falar de arte sem fazê-lo? Somente ontem me veio a resposta.

Por que estamos aqui? Porque a mentira da arte é a verdade mais doce de se pôr na boca, e sentir no ouvido, e deslumbrar o olho, e arrepiar a pele. Porque, mesmo quando dói, é fascinante, e por mais que nos apunhalem nos bastidores ou camarins, aos olhos do público, tudo é riso e flores, pétalas de sangue.

Alma de artista

gosto e desgosto

alegria e dor.

Este é um tributo a Selton Mello e Paulo José no espetáculo “O Palhaço”. O picadeiro tem seu espaço na sétima arte, na qual todas as outras cabem. Belamente, a arte do circo foi ali representada, com elenco afinado, trilha bem pensada, roteiro primoroso. E um emocionante plano-sequência digno de mestre!

Artistas, espectadores, correi ao cinema para apreciar “O Palhaço”! Porque estamos aqui e para celebrar a arte de viver aqui estamos…

(Post originalmente publicado como nota no Facebook, em 03/12/2011)

Selton Mello é Benjamim...

Paulo José é Pangaré.

Fonte das imagens: http://www.cinemaemcena.com.br/plus/modulos/filme/ver.php?cdfilme=10360

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via“A todo volume” (It Might Get Loud).



Jack White, The Edge, Jimmy Page

E a centelha se fez… música…

 Acordes de um virtuose. Precisão de um perfeccionista. Agressividade de um menino-blues.

Três músicos. Três gerações. Semelhanças e dessemelhanças. Todos movidos à inquietude, à insatisfação com o lugar-comum.

Tensão iminente. Feitos os cumprimentos, a conversa flui. Saltam as diferenças, até que um velho de cabelos brancos deixa dois guitarristas boquiabertos…Não é pra menos. O velho é Jimmy Page, para quem a composição musical (e não só esta) é uma centelha. Não dá para explicar.

A emoção é o motor desses músicos, aliada à técnica e à contínua necessidade de reinvenção. Não dá para fazer o mesmo. É preciso ousar, arriscar, experimentar. É preciso dividir com as pessoas. Há muita vida desperdiçada, diz the Edge.

Tudo depende do ponto de vista, da perspectiva. É possível ver fileiras de guitarras numa floresta, basta saber olhar do ângulo certo…

As notas ainda ressoam. A beleza da guitarra, tão sedutora, não sai da cabeça. Ainda pulsa forte o coração.

Em meio a evocações de experiências radicais, a motivação para seguir sonhando, sem descuidar do potencial criativo. Sempre.

Luciana Sousa



{janeiro 12, 2012}   Hello world!

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